JANEIRO ROXO: MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A HANSENÍASE


“Precisamos falar sobre hanseníase” é o tema da campanha Janeiro Roxo 2022. A ação, organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), promoverá o estímulo ao debate sobre esse problema de saúde pública, com a intenção de alertar e conscientizar a população a respeito dessa doença.


No Brasil, cerca de 30 mil novos casos de hanseníase são detectados todos os anos. É um dado alarmante, cujo enfrentamento depende, de um lado, do aperfeiçoamento e implementação plena de políticas públicas. Do outro lado, de que cada um de nós faça sua parte e esteja atento ao próprio corpo, procurando orientação médica em caso de sinais e sintomas suspeitos.


A hanseníase é uma doença negligenciada e cercada de estigmas e preconceitos, por isso, conheça e encaminhe o material disponível para amigos e familiares. Vamos juntos enfrentar esse problema!


ORIENTAÇÕES SOBRE A DOENÇA


Sinais e Sintomas

Manchas (esbranquiçadas, amarronzadas e avermelhadas) na pele com mudanças na sensibilidade dolorosa, térmica e tátil. • Sensação de fisgada, choque, dormência e formigamento ao longo dos nervos dos membros • Perda de pelos em algumas áreas e redução da transpiração • Inchaço e dor nas mãos, pés e articulações • Dor e espessamento nos nervos periféricos • Redução da força muscular, sobretudo nas mãos e pés • Caroços no corpo • Pele seca • Olhos ressecados • Feridas, sangramento e ressecamento no nariz • Febre e mal-estar geral.


Onde se tratar

Se apresentar um ou mais desses sinais e sintomas, procure ajuda médica. O posto de saúde mais próximo de sua casa ou uma equipe de saúde da família podem lhe ajudar. Neles, é possível fazer exames e receber orientações de como se tratar!


Parentes e amigos

Em caso de diagnóstico confirmado para hanseníase, oriente as pessoas com as quais mantém contato próximo e regular (familiares, amigos, colegas de trabalho) a também irem ao médico para serem examinadas.


Siga o tratamento

Quem tem diagnóstico para hanseníase deve começar a tomar os medicamentos prescritos de imediato. Ao fazer isso, o paciente deixa de ser transmissor da doença. E atenção: é importante não abandonar o tratamento ou deixar de tomar os remédios.


Fonte: SBD Nacional


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